corte após corte feri o pulso
rasguei o sonho, quebrei o elo
e julgando matar o pesadelo
cedi o corpo ao negro impulso.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
sexta-feira, 9 de abril de 2010
não perguntes se te amo
se te quero ou te desejo
nem duvides do meu beijo
das palavras que te chamo.
não intuas nos meus braços
sentimentos que não tenho
se é por ti que me detenho
a sonhar outros cansaços.
nem queiras, amor, saber
por que chove o dia inteiro
se há tinta no tinteiro
ou se irei de nós escrever.
se te quero ou te desejo
nem duvides do meu beijo
das palavras que te chamo.
não intuas nos meus braços
sentimentos que não tenho
se é por ti que me detenho
a sonhar outros cansaços.
nem queiras, amor, saber
por que chove o dia inteiro
se há tinta no tinteiro
ou se irei de nós escrever.
quarta-feira, 31 de março de 2010
segunda-feira, 22 de março de 2010
sábado, 20 de março de 2010
os meus olhos vaguearam sem prisão
pelas curvas do seu corpo imaculado
e vencendo o meu pudor emancipado
duas piras soergueram de ilusão.
pelas ondas desse olhar tão navegado
naveguei sem contramestre ou capitão
à bolina dum amor desenfreado
que amainou pela força da razão.
mas saiba que eu sou todo coração
que é nobre o meu querer, o meu sentir
e verdadeira a ânsia de lhe ouvir
a voz ferindo o ar numa canção.
pelas curvas do seu corpo imaculado
e vencendo o meu pudor emancipado
duas piras soergueram de ilusão.
pelas ondas desse olhar tão navegado
naveguei sem contramestre ou capitão
à bolina dum amor desenfreado
que amainou pela força da razão.
mas saiba que eu sou todo coração
que é nobre o meu querer, o meu sentir
e verdadeira a ânsia de lhe ouvir
a voz ferindo o ar numa canção.
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